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Sacramentos

O sacramento é um ato ritual destinado aos fiéis, para eles receberem a graça de DEUS, e destinado também a conferir sacralidade a certos momentos e situações da vida cristã.

Batismo

Baptismo é um Sacramento: sinal visível de uma realidade invisível mas real. No baptismo, a água e as palavras do celebrante são sinal do amor de Deus e da salvação a que ele nos chama.

  • O Baptismo é o primeiro sacramento. Pelo Baptismo tornamo-nos membros da Igreja e passamos a fazer parte da comunidade eclesial dos seguidores de Cristo.
  • O Baptismo faz-nos filhos de Deus. Pelo baptismo nascemos para uma vida nova e vivemos a alegria de ter Deus como pai.
  • O Baptismo une-nos a Jesus Cristo. Com Ele passamos da morte do pecado à vida sem fim.
  • O Baptismo dá-nos o Espírito Santo. O Espírito Santo é a luz que nos ilumina, a graça que nos renova, a força que nos impele a viver o Evangelho e a amar todas as pessoas.
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Crisma ou Confirmação

O Sacramento da confirmação é o princípio de uma força sobrenatural que impele a pessoa, para o campo de actividade, em que a sua fé será posta à prova, mesmo perante a adversidade.

O confirmado é o verdadeiro “soldado” de Cristo, inserido no mundo e portador do Espirito Santo com os seus dons, que fazem dele uma testemunha verídica da realidade sobrenatural que o anima.

“Pelo sacramento da Confirmação, são mais perfeitamente vinculados à Igreja, enriquecidos com uma força especial do Espirito Santo e deste modo ficam obrigados a difundir e defender a fé por palavras e obras como verdadeiras testemunhas de Cristo”.

Com este sacramento atinge-se, de algum modo, a adultez religiosa e com ela fica-se com a noção da corresponsabilidade nos destinos da humanidade, à qual se deve, em primeiro lugar o testemunho de uma vida de fé esclarecida.

Eucaristia

A Eucaristia é o alimento. Ninguém vive sem se alimentar. Para viver, dependemos não só da comida, mas também do pão da fraternidade, do carinho, da justiça.

Nessa experiência de repartir o pão de cada dia, seja o pão de trigo, seja o pão da dor ou da alegria, Deus está presente. Celebrar a Eucaristia é também uma denúncia contra a falta de fraternidade que existe no mundo; porque na Eucaristia comemos do mesmo pão, quando na vida falta pão para tanta gente. Acreditamos e celebramos tudo isso na comunhão. A Eucaristia é Deus mesmo se repartindo como pão, na doação de Jesus.

A santa Eucaristia conclui a iniciação cristã. Os que foram elevados à dignidade do sacerdócio régio pelo Batismo e configurados mais profundamente a Cristo pela Confirmação, estes, pormeio da Eucaristia, participam com toda a comunidade do próprio sacrifício do Senhor.

Reconciliação ou Penitência

É a confissão dos pecados a um sacerdote, que aplica a penitência para, uma vez cumprida, propiciar a reconciliação com Cristo. Por outras palavras, é o sacramento que dá ao cristão católico a oportunidade de reconhecer as suas faltas e, se delas estiver arrependido, ser perdoado por Deus.

O reconhecimento das faltas é a sua confissão a um sacerdote, que pode ouví-la em nome de Deus e conceder àquele fiel o Seu perdão.

Do ponto de vista formal, o confessante se ajoelha perante um sacerdote, o confessor, e a ele declara que pecou, que deseja confessar o que fez e pedir a Deus que perdoe os seus pecados.

Após ouvi-lo, cabe ao sacerdote oferecer as suas palavras de conselho, de censura, de orientação e conforto ao penitente, recomendando a penitência a ser cumprida.

O confessado deve rezar a oração denominada Ato de Contrição, após o que o sacerdote profere as palavras do perdão e abençoa o penitente, que se retira para cumprir a penitência que lhe foi prescrita.

A Igreja Católica considera o sacramento da penitência um ato purificador, que deve ser praticado antes da Eucaristia, para que esta seja recebida com a alma limpa pelo perdão dos pecados. Mas, entende-se também que esse efeito purificador é salutar, sendo benéfico para o espírito cada vez que é praticado.

Um dos mais rígidos deveres impostos ao sacerdote pela Igreja é o segredo da confissão.

O sacerdote é rigorosamente e totalmente proibido de revelar o que ouve dos fiéis no confessionário. O descumprimento desse dever é considerado um dos maiores e mais graves pecados que um sacerdote pode cometer e o sujeita a penalidades severíssimas impostas pela Igreja.

Unção dos Enfermos

A compaixão de Jesus pelos doentes e as numerosas curas de enfermos são um claro sinal de que, com Ele, chegou o Reino de Deus e a vitória sobre o pecado, o sofrimento e a morte. Com a sua paixão e morte, Ele dá um novo sentido ao sofrimento, o qual, se unido ao seu, pode ser meio de purificação e de salvação para nós e para os outros.

Este sacramento pode ser recebido pelo fiel que começa a encontrar-se em perigo de morte por doença ou velhice. O mesmo fiel pode recebê-lo também outras vezes se a doença se agrava ou então no caso doutra doença grave. A celebração deste sacramento, se possível, deve ser precedida pela confissão individual do doente.

Este sacramento só pode ser administrado pelos sacerdotes (Bispos ou presbíteros).

A celebração deste sacramento consiste essencialmente na unção com óleo benzido, se possível, pelo Bispo, na fronte e nas mãos do doente (no rito romano, ou também noutras partes do corpo segundo outros ritos), acompanhada da oração do sacerdote, que implora a graça especial deste sacramento.

Matrimónio

Os noivos, quando pensam casar, devem comparecer nos serviços da paróquia para marcarem o respectivo matrimónio. Três meses antes do matrimónio, no mínimo, iniciamos o processo de casamento. Os noivos baptizados nas ex-colónias ou residentes no estrangeiro devem vir quanto antes tratar do assunto, devido à demora habitual nestes casos.

A Igreja, que somos todos nós e que é Mãe e Mestra, tem de estar atenta para acolher e dar resposta ás necessidades de cada homem, segundo o tempo e o lugar, com atitudes e gestos humanos, de sabor cristão, que sensibilizem, cativem e que, no fundo, sejam expressão do verdadeiro acolhimento de Cristo.

Ordem

O sacramento da ordem concede a autoridade para exercer funções e ministérios eclesiásticos que se referem ao culto de Deus e à salvação das almas. É dividido em três graus:

O Episcopado: Confere a plenitude da ordem e torna o candidato legítimo sucessor dos apóstolos e lhe é confiado os ofícios de ensinar, santificar e reger.

O Presbiterado: Configura o candidato ao Cristo sacerdote e bom pastor.É capaz de agir em nome de Cristo cabeça e ministrar o culto divino.

O Diaconato: Confere ao candidato a ordem para o serviço na Igreja, através do culto divino, da pregação, da orientação e sobretudo, na caridade.

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